Equipe do Rio de Janeiro (com a Julia)

Esta é a equipe de missionários no Rio de Janeiro. Saiba mais sobre o movimento do Rio clicando neste texto.

Projeto Viçosa 2014!

Leia o post sobre o projeto!

Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. (Efésios 2.10)

Equipe de missionários Alfa e Ômega Nacional

Conheça mais clicando aqui.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Irmãos, recebemos o convite para pregar no Apoio Jovem da convenção anual da ADHONEP.
O evento acontecerá entre os dias 18 e 20 de Julho. Nossa participação será no dia  20, sábado, à tarde.
Será um tempo de despertamento e capacitação espiritual para os jovens. Algo que somente o Espírito Santo pode fazer! Por isso, ore por nós e pelo tempo que vamos ter lá!
Ore para que Deus seja glorificado. Ore para que sejamos usados por Deus e ministremos a palavra conforme o desejo dEle - que Ele se agrade de tudo. Ore para que haja conexão na na palavra com o público atingido.  Ore para que esta oportunidade abra portas para boas e saudáveis parecerias. Ore para que cada pessoa presente seja ministrada por Deus.
E se você puder, participe! Também convide outros jovens, especialmente em idade universitária ou pré-universitária. Nos sentiremos honrados e eu tenho certeza de que você também será muito abençoado com tudo o que vai acontecer lá.
A Ele toda honra e glória!

domingo, 7 de abril de 2013

Devocionário

Amigos, nós do Alfa e Omega Rio criamos um guia devocional para 21 dias de reflexão e oração sobre nosso relacionamento com Deus. São lições simples, porém sobre temas fundamentais.

Estou postando aqui das devocionais que foram escritas por nós (Wesley e Pri). Não colei os textos (só os links) para que você também possam ler os comentários dos estudantes, que estão bem inspiradores. Esperamos que vocês gostem e sejam edificados!

Centralidade de Cristo: http://www.alfaeomegario.com.br/2013/03/dia-03-centralidade-de-cristo.html
Santidade 1: http://www.alfaeomegario.com.br/2013/03/dia-03-centralidade-de-cristo.html
Santidade 2: http://www.alfaeomegario.com.br/2013/04/dia-16-santidade-2.html
Obediência: amanhã!

O link para todos os devocionários é este: http://www.alfaeomegario.com.br/. Sinta-se a vontade para acompanhar, comentar e divulgar!

quinta-feira, 4 de abril de 2013


Dando continuidade à minha leitura de Levitico hoje, eu terminei o meu tempo louvando a Deus porque, apesar de Sua imensidão, ele se preocupa com tantos detalhes. O preciosismo da Torá me mostra um Deus muito preocupado com o Seu povo. Um Deus que se preocupa com dias sagrados, roupas, rituais de adoração, entre tantas outras coisas, não me parece um Deus indiferente e distante. Deus está envolvido com o seu povo, interferindo até nos mínimos detalhes.
Apesar de tantas leis destinas ao povo judeu, não pude deixar de apreciar a pessoa de Deus. Um Deus que se preocupa com minha vida em suas minúcias. Ele quer interferir e ser presente em cada aspecto do meu dia, mesmo nas menores coisas. Aquelas que parecem até insignificantes – mas que fazem toda a diferença.
Os judeus costumavam dar nomes a Deus, de acordo com uma experiência ou algo que aprendiam dele. Se eu pudesse dar um nome pra Deus hoje, seria esse mesmo: “Deus de detalhes”. Porque Ele quer ser o Deus dos detalhes da minha vida.
Senhor, seja o Senhor de cada um dos menores detalhes da minha vida e do meu dia hoje! Amém.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Deus quer "acontecer" na sua vida


Hoje recebi uma pergunta de uma estudante sobre algo que eu disse no QGM, na última sexta. A pergunta foi essa:
“Quando você disse: "Deixe Deus acontecer em sua vida!", fiquei pensando e até hj isso não sai da minha mente...como posso deixar Ele realmente acontecer? Me explica melhor essa expressão?....Obrigada.”
No contexto da mensagem, eu me referia a uma diferença entre Deus e os demais deuses, que são representados de maneira física, material, estática, entanto Deus prefere ser lembrado como um Deus de acontecimentos: ele é vivo, real, dinâmico e quer fazer parte da nossa história. Não semente isso, ele quer ser o Senhor dela. Ele quer ser lembrado como parte de nossos acontecimentos e como o protagonista deles. Ele quer “acontecer na nossa vida”. Como o sol que ilumina o dia (na verdade, ele faz como que o dia seja dia), quando Deus “acontece” em nossa vida, nada mais pode ser da mesma forma. Tudo é novo.
A expressão “Deus quer acontecer em sua vida” expressa tudo isso e muito mais. Esse é o propósito das expressões poéticas: tentar expressar o que não conseguiríamos de outra forma. Uma outra forma de fazer isso é através de histórias. Uma história que me veio à mente enquanto explicava o “Deus quer acontecer na sua vida”, é a história dos dois discípulos a caminho de Emaús:

“E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús.
E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido.
E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles.
Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem.
E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes?
E, respondendo um, cujo nome era Cléopas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias?
E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo;
E como os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram.
E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram.
É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro;
E, não achando o seu corpo, voltaram, dizendo que também tinham visto uma visão de anjos, que dizem que ele vive.
E alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; porém, a ele não o viram.
E ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram!
Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória?
E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.
E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe.
E eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles.
E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu.
Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes.
E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?
E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles,
Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão.
E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão.” (Lucas 24.13-35)

Note no texto como estavam cabisbaixos e melancólicos os discípulos. Para eles, o Senhor havia morrido e, com ele, todo o sonho cultivado durante os anos anteriores. Eles se esqueceram da palavras de Jesus, que este ressuscitaria. Eles estavam tomados por tanta tristeza e horror dos dias anteriores, que não conseguiam enxergar mais do que a visão esmagadora do seu Cristo morto – mesmo após o testemunho das mulheres que haviam encontrado o sepulcro vazio.
O próprio Jesus se colocou ao lado deles, mas eles não o reconheceram. Como tanto acontece conosco, eles não estavam conscientes da sua presença. Então, eles começam a contar para o “estranho” sobre o que aconteceu. Note como eles falam de Jesus, com alguém que “era”, como um “grande profeta” (a essa altura, eles já deveriam saber que Cristo era bem mais que isso) e como alguém vencido pelos homens maus (assim, alguém menor do que é). Jesus já havia quase se tornado um “vulto” do passado pra eles. Mais que isso, de certa forma até uma desilusão (veja o versículo 21). A falta de consciência de um Deus vivo, dinâmico, real, presente e Senhor de tudo, pode nos fazer enxergá-lo ou tratá-lo de modo bem parecido como os falsos deus são tratados.
Foi quando Jesus “aconteceu” novamente na vida daqueles discípulos que tudo mudou. Foi quando Jesus partiu o pão é que seus olhos foram, finalmente, abertos. Num piscar de olhos, Jesus deixa de ser o profeta vencido, o vulto do passado, o morto, para se tornar, novamente, o Cristo vivo e presente em suas vidas. A visão repentina fez toda a diferença. Agora eles perceberam que Jesus já estava com eles, mas eles ainda não estavam conscientes disso (“Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?”). Agora a sua atitude para com Jesus era outra. O “acontecimento” deu forças onde parecia não haver mais. Deu ânimo novo e uma nova direção. Alegres, eles voltam imediatamente para Jerusalém, de onde haviam saído. E foram encontrar-se com os outros discípulos pra contar a grande novidade, o grande acontecimento.
Jesus “aconteceu” na vida deles, e ele amou isso! Jesus ama estar com seus discípulos. Ele não quer ser só um peregrino. Ele quer entrar em nossa intimidade (representada nesta história pela casa), ele quer partir o pão (comunhão) e quer compartilhar de sua vida hoje conosco. Os discípulos tiveram essa experiência com ele longe do centro religioso da época: foi dentro de sua casa! Em uma situação simples e cotidiana de suas vidas. Pense nisso!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Minha professora chata e meu chamado missionário


Quando eu era estudante do ensino médio eu detestava português. Pra falar bem a verdade, até hoje eu não gosto muito. Estudava porque era obrigado. Se não estudasse, não passava de ano. Também não gostava de redação. Eu tinha uma professora que pegava no meu pé. Até mesmo o meu “til”, se não estivesse bem grafado, ela tirava ponto (eu ficava com muita raiva quando ela fazia isso!). Então eu tinha que me esmerar muito pra conseguir tirar alguma boa nota em português e, principalmente, redação.

Acontece que o inesperado estava por vir: quando eu fiz o meu vestibular pra UFF, o que me salvou foi justamente a redação! Não sei como é agora, mas naquela época, a segunda fase da prova para Arquitetura abrangia matemática e redação. Em matemática eu não fui muito bem. Mas em redação eu tirei 10! (vcs sabem que isso não é muito fácil, então imaginem como eu fiquei!) Isso “puxou” minha média para cima e me permitiu passar.

Se eu não tivesse passado pra UFF, não teria tido todas as experiências com Deus que tive com minha mudança de cidade, de igreja e com meu envolvimento com o grupo cristão na universidade que Ele usou para despertar minha visão missionária, e com o qual hoje eu trabalho*.

Quando eu olho para trás, eu vejo Deus escrevendo minha história. Resumindo bastante, se não fosse aquela professora, eu não seria hoje um missionário! (Se ela soubesse disso...)

Também vejo que Deus não desperdiça nada. Quando eu poderia imaginar que naquelas longas, infindáveis horas que eu passava estudando pra português, estava, na verdade, caminhando em minha jornada para me tornar o que eu sou e estar onde estou hoje?

Quando entregamos nossas vidas para Deus ele se torna o Senhor de tudo. Tudo se torna um instrumento nas mãos de Deus para que ele faça o que quer de nós.

Bem antes desse momento em minha história eu fiz uma oração para que Deus me tornasse um holofote neste mundo. Este era o desejo do meu coração (e é até hoje). Eu só não imaginava que Ele já estava respondendo a minha oração, embora nem sequer me desse conta disso! Como estava respondendo? Colocando uma professora chata no meu caminho!

* Neste artigo eu conto com mais detalhes esta história.