Equipe do Rio de Janeiro (com a Julia)

Esta é a equipe de missionários no Rio de Janeiro. Saiba mais sobre o movimento do Rio clicando neste texto.

Projeto Viçosa 2014!

Leia o post sobre o projeto!

Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. (Efésios 2.10)

Equipe de missionários Alfa e Ômega Nacional

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domingo, 21 de julho de 2013

Mensagem sem nome - por enquanto!

Esse é a mensagem, em forma de texto, que ministramos no último sábado aos jovens da Convenção Internacional da Adhonep.

Somos discípulos de Cristo e tudo o que diz respeito à vida cristã parte dessa identidade. Enquanto discípulos, somos parte da missão de Cristo deixada a nós em Mateus 28:18-20:

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém
.”

Naquela pequena reunião no monte das Oliveiras, Jesus está deixando sua última mensagem aos seus discípulos. Essa mensagem é um plano. E esse plano é o mais revolucionário já apresentado. Maior, inclusive, do que o que se esperava de um messias: a libertação da opressão romana sobre os judeus. Hoje, os judeus estão estabelecidos e Roma não representa, há séculos, nenhum problema a eles. (É lógico que essa expectativa era incorreta e limitada. Normalmente nossa expectativa em relação aos planos de Deus é assim mesmo: limitada.)

Mas o plano de Jesus, discípulos em todas as nações, está se concretizando e acelerando em progressão geométrica. Veja: no ano 100 dC estima-se que haviam 60 mil povos não alcançados. Em 1900, havia cerca de 40 mil. Atualmente, são aproximadamente 8 mil!

Note que este plano está se concretizando e estamos caminhando para o fim desta era, segundo Mateus 24-14: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.

O plano de Jesus é mais extraordinário do que qualquer plano político ou de outra espécie. Pois ele diz respeito a discípulos, ou seja, pessoas transformadas por Jesus e que o seguem, em todas as nações. E esses discípulos não estarão apenas espalhados em lugares geográficos, mas também em posições das mais diferentes da sociedade.

Imagine isso por um momento: juízes, advogados, escritores, professores, artistas, designers (de todos os tipos), publicitários, psicólogos, arquitetos, engenheiros, empresários, médicos, dentistas, veterinários, políticos... (coloque sua profissão nestas reticências) que verdadeiramente seguem a Cristo. Além, é claro, de pastores, missionários e outros que se dedicam de tempo integral ao ministério. Imagine o impacto na vida de tantas pessoas, e na sociedade, como um todo, se pessoas que verdadeiramente seguem a Cristo começarem a ocupar essas áreas e fazer diferença nelas! Em outras palavras, desempenhando-as como quem trabalha para Deus! Amando os semelhantes, agindo com justiça, ajudando o pobre e o oprimido, sendo exemplo de conduta e fazendo tudo com excelência, para a glória de Deus.

É exatamente de cidadãos assim que o mundo carece! Na verdade, o mundo clama por pessoas assim! E quando o mundo clama por pessoas assim, sem saber, está clamando por verdadeiros seguidores de Jesus! Está clamando por você e por mim! Para que assumamos nossa posição na sociedade e a desempenhamos como verdadeiros discípulos!

Há um versículo em provérbios que diz que a cidade se alegra quando os justos prosperam! (Provérbios 11.10) É claro! É muito melhor estar debaixo de liderança e influência de justos do que de ímpios.

Você quer fazer parte desse plano? Eu creio que dentre os que estão lendo esta mensagem, estão trabalhadores - ou futuros trabalhadores - que Senhor vai usar de forma maravilhosa, com seus recursos, sua influência, suas relações, seu tempo, seus dons, enfim, tudo, para a glória dele. A pergunta é: você quer ser uma pessoa assim?

Mas ninguém alcança esse tipo de posição de uma hora pra outra. E também ninguém se torna esse tipo de pessoa (um servo aprovado) de uma hora pra outra. Sempre existe um caminho a ser percorrido. Usando uma comparação muito bíblica - e até batida -, sempre existe um deserto! E, para muitos de vocês, este “deserto” é a universidade.

A universidade é a prova de fogo para muitos. É o lugar que pode ser de queda e ruína, como tem sido para muitos cristãos. Mas também pode ser de fortalecimento, crescimento, intimidade com Deus e grandes experiências com Ele, como tem sido para outros!

Vocês se lembram do êxodo: quantos caíram! Mas também quem não caiu, viveu ali experiências incríveis com Deus e entrou fortalecido, treinado, para conquistar a terra prometida!

Nos próximos textos eu quero compartilhar 5 dicas para que você passe por essa prova de fogo e seja alguém usado por Deus na universidade e na sua profissão, seja ela qual for.

Mas antes, ore, sobre essas coisas e coloque o seu coração, suas decisões  e o seu futuro diante de Deus .


[este estudo continua]


:: Participe: ajude a escolher um nome para esta mensagem!::


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Faculdade faz mal para a fé?

Artigo extraído de www.solomon1.com

keepthefaith

Num dos capítulos finais de O mundo assombrado pelos demônios, Carl Sagan mostra como nossa sociedade desestimula a curiosidade das crianças, impedindo que no futuro elas se interessem pela carreira científica. Bom, eu ainda não tenho filhos, mas quando tiver eu certamente ficaria muito orgulhoso caso eles resolvessem se tornar cientistas (o que não significa que eu vá direcionar alguma coisa!). Mas não sei até que ponto pais religiosos ficam receosos quando os filhos entram na faculdade. São Josemaría Escrivá falava das pessoas que ao entrar no ensino superior largavam sua religiosidade “como quem deixa o chapéu à porta”. Em resumo, a faculdade faz mal à fé dos universitários? E nas áreas de ciência? Ateus militantes dizem que, quanto mais conhecimento científico, menos superstição (a palavra preferida deles para designar a religião). Será verdade?

Quatro pesquisadores da Universidade de Michigan resolveram verificar qual o impacto do ensino superior sobre a religiosidade dos estudantes. Eles publicaram seu estudo na internet (PDF) semana passada e chegaram a conclusões interessantes. Vale a pena mencionar que os pesquisadores escolheram a faculdade porque, para muitos jovens, é a primeira ocasião em que eles se separam dos pais (e de sua influência), tendo contato com novas ideias e grupos. Entre essas ideias estão o cientificismo, a pós-modernidade e o “desenvolvimentismo” (não achei tradução melhor, mas não estou falando da doutrina econômica), que têm impacto sobre as crenças religiosas e serão descritas detalhadamente pelos autores antes da apresentação dos resultados.

Aliás, falando em resultados, parece que o autor do PDF teria feito melhor se colocasse as tabelas e gráficos no lugar certo, em vez de deixar tudo no fim do paper. Bom, me parece que os dados mais significativos estejam na Tabela 2. Lá, nós descobriremos que

• optar pela formação em Biológicas ou Exatas aparentemente tem pouco efeito sobre a religiosidade dos universitários, tanto do ponto de vista da importância que cada um atribui à religião em suas vidas quanto em relação à frequência aos cultos religiosos. Uma possível exceção seria o impacto dos estudos na área de Matemática e Física diminuindo a importância da religião para os estudantes, mas não a participação nas cerimônias.

• por outro lado, quem realmente faz estrago na cabeça dos universitários são as ciências Humanas e Sociais.

• já quem escolhe os cursos ligados à área de Educação acaba tendo sua religiosidade reforçada.

O que isso indica? Que, daquelas três ideias acima, a pós-modernidade é mais daninha à religiosidade que o cientificismo, e posso ver o motivo – até porque na faculdade tentaram enfiar esse negócio na minha cabeça, mas não deu certo. O cerne da pós-modernidade é o relativismo, a noção de que as verdades absolutas não existem (curiosamente ninguém comenta que a “inexistência de verdades absolutas” é propagandeada como… verdade absoluta). Como a maioria das religiões alega justamente o contrário, deixar-se convencer por Lyotard e companhia leva ao enfraquecimento da fé. Não surpreende que o Papa Bento XVI tenha feito do combate ao relativismo uma das principais características de seu pontificado. Por outro lado, os autores do estudo inclusive apontam uma certa incompatibilidade entre a pós-modernidade e o cientificismo, que defende a existência de verdades comprováveis empiricamente.

Os pesquisadores também verificaram como a religiosidade influi na escolha da carreira a seguir, embora esta parte do estudo leve em consideração apenas universitários que fizeram uma nova opção de faculdade após desistir da anterior (os autores consideraram que a primeira escolha pode ter sido influenciada pela família, enquanto a segunda é mais certamente uma opção pessoal). Curiosamente, quanto maior a religiosidade dos estudantes, maior a chance de eles acabarem numa carreira de Humanas – justamente aquelas que mais danificam o senso religioso dos universitários.

Por que isso acontece? Os autores do estudo tentam dar uma resposta. (…) the type of religiosity that encourages students to switch into the Humanities is the more individualistic importance of religion rather than the measures of support for organized religion (beyond a mild, insignificant positive effect of religious attendance). (p.22) É possível que essa conclusão tenha saído de uma outra etapa do estudo, em que os universitários foram divididos em cinco grupos e cada um respondeu a uma pergunta diferente sobre assuntos como contribuições financeiras às igrejas, a atuação das instituições religiosas, a noção de que tudo melhora quando se deixam os problemas na mão de Deus, e a influência que a religião deveria ter na sociedade.

Em resumo, parece que o bicho-papão não está na ciência. Está é nas faculdades de Humanas, Sociais, Comunicação… e olha que os pesquisadores de Michigan nem chegaram a conhecer as faculdades esquerdizantes de Humanas que temos por aqui!

E para vocês? A passagem pela faculdade reforçou ou diminuiu sua crença religiosa (ou ateia)?

Márcio Campos

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Absurdo: "Uerj abre banheiro feminino e lista de chamada para travesti"

Homossexuais podem acompanhar parceiros em consultas e internações em hospital.
Idéia é que ação passe a valer em toda a rede pública estadual até o fim do ano.
Alícia Uchôa Do G1, no Rio

Foto: Marta Alves / Ag. Globo
Marta Alves / Ag. Globo
Placa de banheiro feminino da Uerj agora vale para travestis e transexuais (Foto: Marta Alves/Ag. Globo)

Desde o fim de maio, a estudante de direito Adrielly Vanportt, de 32 anos, não corre mais o risco de ser chamada por um nome masculino – que ela não gosta de revelar -, mesmo com a aparência de mulher. Aluna da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj ), ela comemora as medidas adotadas pela universidade em prol da sociedade homossexual. Entre elas, a adoção do nome social de travestis e transexuais na lista de chamada das aulas.

A decisão veio depois da 1ª Conferência Estadual de Políticas Públicas para GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Travestis), em que a universidade se comprometeu a liberar o acesso de travestis e transexuais a banheiros femininos, além de garantir aos homossexuais que seus parceiros os acompanhem em consultas, exames e internações no Hospital Universitário Pedro Ernesto.

"Isso tem um impacto importante na auto-estima e no reconhecimento da identidade desses indivíduos", pondera Claudio Nascimento, superintendente de direitos individuais, coletivos e difusos da Secretaria de Assistência social e Direitos Humanos do estado e presidente do Grupo Arco-Íris.

“Você é claramente uma figura feminina e é chamada com nome masculino. É constrangedor”, reclama Adrielly, que há dois anos fez a cirurgia de troca de sexo pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Só agora, no entanto, ela entrou com o pedido para a troca de nome nos documentos.

A novidade vale não só para alunos, mas para servidores, usuários e funcionários terceirizados. De acordo com o Claudio, a idéia é que a medida seja adotada por repartições e instalações públicas da rede estadual.

“Não achei que ia ser tão fácil. É constrangedor ir ao toalete feminino,você é uma figura feminina, mas não é biologicamente uma mulher”, tenta explicar Adrielly, casada há 3 anos.

Homofobia pode causar perda de matrícula

Enquanto conquistas maiores como a união civil homossexual não chega, Claudio já prepara uma medida com o reitor da universidade que pode punir com a perda de matrícula, alunos, servidores ou funcionários terceirizados que pratiquem a homofobia.

A lista de ações que resultou da conferência tem ainda apoio à implantação da campanha Rio Sem Homofobia, que prevê a criação de dez centros de referência de combate à homofobia, prestando apoio jurídico, psicológico e assistência social a homossexuais; além de um núcleo de acompanhamento de crimes contra homossexuais.

[Matéria extraída do site G1, das organizações Globo]