Equipe do Rio de Janeiro (com a Julia)

Esta é a equipe de missionários no Rio de Janeiro. Saiba mais sobre o movimento do Rio clicando neste texto.

Projeto Viçosa 2014!

Leia o post sobre o projeto!

Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. (Efésios 2.10)

Equipe de missionários Alfa e Ômega Nacional

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Minha coleção de "Feliz Natal"

Estou recebendo mensagens interessantes de “Feliz Natal”. Selecionei 3 trechos delas:

PRIMEIRO: A CONVERSÃO DE DEUS

“A noite de hoje é a celebração do evento mais dramático da história: A conversão de Deus em um homem! Ele veio morar na Terra! É mais espantoso ainda do que se Bill Gates por vontade própria se mudasse pra uma favela ou e tornasse um morador de rua. Não há precedentes nem possibilidade de comparação.

A maior parte do mundo celebra este evento, ainda que não entenda suas implicações. Mas o Natal é apenas o começo... A história segue e o mundo ainda carece de um Salvador.” 1


SEGUNDO: O “POEMA” DE JOÃO

“Segue um pequeno poema de S. João, na tradução magistral de Eugene Peterson, e abaixo minha tentativa de tradução da tradução:

‘The Word became flesh and blood,
and moved into the neighborhood.
We saw the glory with our own eyes,
the one-of-a-kind glory,
like Father, like Son,
Generous inside and out,
true from start to finish.’

‘A palavra tornou-se carne e sangue
e mudou-se para a vizinhança.
Nós vimos a glória com nossos próprios olhos,
glória inigualável,
como Pai, como Filho,
Ricamente generoso,
verdadeiro do início ao fim.’

(João 1:14)” 2


TERCEIRA, E PRA TERMINAR COM BOM HUMOR: O FELIZ NATAL DO GAÚCHO

“Que este Natal , traga paz, saúde e prosperidade a todos Maragatos, Ximangos e viventes de todas as querências, e que 2010 floreça corcoveando igual potro xucro, que estou afiando a espora pra ginetear mais um ano pelos pampas rincão afora. E não te entregas vivente que a peleia continua.

Um baita quebra costela pra toda a indiada amiga, e que 2010 seja um ano tri legal tche.” 3

Amém!


CRÉDITO das mensagens:
1 – Gilberlei Oliveira
2 – Miguel Del Castilho
3 – Moacyr Oliveira (“gaudério” de verdede)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O Natal não é para os covardes

Olavo de Carvalho*
Jornal do Brasil, 22 de dezembro de 2005

Na constituição americana não há nenhum “muro de separação” entre religião e Estado. Quando Thomas Jefferson criou essa expressão, foi para proteger as igrejas contra o Estado. É só num mundo pós-orwelliano que ela pode ser usada como pretexto para legitimar a repressão estatal da religião.

Mas o confinamento mesmo de Deus na esfera “religiosa”, Sua exclusão dos debates científicos e filosóficos, que hoje até mesmo os religiosos aceitam como cláusula pétrea da ordem pública, já é uma herança mórbida da estupidez iluminista. O “muro de separação” entre conhecimento e fé é uma farsa kantiana erguida entre dois estereótipos.

Afinal, por que um sujeito tem fé na Bíblia? Tem porque acha que ela é a Palavra de Deus. Mas por que ele acha que ela é a palavra de Deus? É porque tem fé nela? Esse círculo vicioso exigiria uma capacidade de aposta no escuro que transcende os recursos da média humana. A fé não surge do nada, muito menos da própria fé. É preciso um indício, um sinal, um motivo racionalmente aceitável para acender na alma a chama da confiança em Deus. A definição mesma da “fé” como crença numa doutrina é perversão do sentido da palavra. A doutrina cristã formou-se ao longo dos séculos. Os primeiros fiéis confiaram em Jesus antes de saber nada a respeito dela. Não acreditavam numa doutrina, confiavam num homem. E por que confiavam nele? Ele próprio explicou isso. Quando João Batista, da cadeia, manda perguntar se Ele é o enviado de Deus ou se seria preciso esperar por outro, Jesus não responde com nenhuma doutrina, mas com fatos: “ Vão e contem a João as coisas que vocês ouvem e vêem: os cegos enxergam, e os paralíticos andam; os leprosos ficam limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e os pobres recebem boas notícias. E bem-aventurado é aquele que não se ofende comigo .” O que esses versículos ensinam é que a fé é apenas a confiança em que Aquele que devolveu a vida a alguns mortos pode devolvê-la a muitos mais. É um simples raciocínio indutivo, um ato da inteligência racional fundado no conhecimento dos fatos e não uma aposta no escuro. A única diferença entre ele e qualquer outro raciocínio indutivo é que a conclusão a que ele conduz traz em si uma esperança tão luminosa que toda a tristeza e o negativismo acumulados na alma se recusam a aceitá-la. A alma prefere apegar-se à tristeza e ao negativismo porque são seus velhos conhecidos. São a segurança da depressão rotineira contra o apelo da razão à ousadia da confiança. O que se opõe à fé não é a razão, é a covardia. Para legitimar essa covardia ergueram-se masmorras de pseudo-argumentos. No fundo delas, o leproso lambe suas chagas, o cego adora sua cegueira, o paralítico celebra a impossibilidade de caminhar. Os pobres, imaginando-se reis e príncipes, festejam a rejeição da boa notícia. Orgulhosos da sua impotência, adornam com o nome de “ciência” a teimosia de negar os fatos.

Mas seu exemplo não frutifica. Setenta e cinco por cento dos médicos americanos acreditam em curas miraculosas. Acreditam não só porque as vêem, dia após dia, mas porque sabem ou ao menos pressentem que atribui-las à auto-sugestão ou à coincidência seria destruir, no ato, a possibilidade mesma da pesquisa científica em medicina, que se baseia inteiramente no pressuposto de que auto-sugestão e coincidência não têm um poder maior que a intervenção terapêutica fundada no conhecimento racional das causas.

O maior escândalo intelectual de todos os tempos é a fraude constitutiva da modernidade, que, excluindo do exame todos os fatos que não tenham uma explicação materialista, conclui que todos os fatos têm uma explicação materialista.

A dose de miséria mental em que um sujeito precisa estar mergulhado para gostar desse lixo não é pequena. O Natal é o lembrete cíclico de que esse destino não é obrigatório, de que existe a esperança racional de alguma coisa melhor. Por isso há quem deseje eliminá-lo: para que o chamado da esperança não fira o orgulho dos covardes.

*Olavo de Carvalho é filósofo e colunista do JB

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Projeto se aproximando...


Mais informações em breve!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Vídeo do SETREL 2009

sábado, 28 de novembro de 2009

Programa de Desenvolvimento de Novos Líderes


Aconteceu entre Outubro e Novembro, na Bolívia.
Cerca de 30 missionários do movimento estudantil Alfa e Omega de vários países da América do Sul iniciaram um ciclo de 3 anos de treinamento para formação de nova liderança continental do ministério.
Eu estive com outros missionários trabalhando no planejamento e execução deste módulo.
O enfoque deste programa é desenvolver uma liderança nova, com uma mentalidade (ou cultura) também nova de liderança, focada no coração e preocupada com as pessoas, mais que nas tarefas.
O ambiente superou todas as nossas expectativas. Parecia que os participantes já se conheciam há anos.
Este é o segundo ciclo deste programa. Eu tive a oportunidade de participar do primeiro e, agora, estar trabalhando no segundo. Minha percepção, após 4 anos participando deste processo, é um sentimento maior de comunidade emergindo entre os missionários dos diferentes países. Hoje, os demais países do continente não representam apenas locais geográficos para mim, mas também rostos amigos. Essa interação e a troca de experiências têm sido tremendamente enriquecedoras para todos nós.
Outro benefício, é o alinhamento dos movimentos internacionais em torno da visão que Deus tem trazido para a Cruzada Estudantil nestes dias. Hoje, eu percebo que os missionários dos diferentes países, embora em circunstâncias bem diferentes, falam a mesma língua.
Para mim, é um privilégio muito grande poder contribuir para a edificação do ministério além do meu próprio paíse. A minha expectativa, ao olhar para este grupo, é de um futuro muito promissor!
Que esta alegria seja compartilhada com todos aqueles que têm abençoado nossas vidas, em saber que suas orações e contribuições têm chegado a lugares tão distantes. A todos vocês e, primeiramente, ao nosso bom Deus, o nosso MUITO OBRIGADO!

[Por Wesley Cunha. Fotos, de cima para baixo: grupo de participantes; equipe de planejamento do módulo; grupo de participantes do Brasil]