Equipe do Rio de Janeiro (com a Julia)

Esta é a equipe de missionários no Rio de Janeiro. Saiba mais sobre o movimento do Rio clicando neste texto.

Projeto Viçosa 2014!

Leia o post sobre o projeto!

Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos. (Efésios 2.10)

Equipe de missionários Alfa e Ômega Nacional

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A delegação brasileira e o nosso desafio missionário – tudo a ver!

Pois é,
Eu como brasileiro e carioca adotado, não pude deixar de vibrar com o anúncio do Rio como sede das Olimpíadas.
No início bem que eu estava bastante relutante com a idéia. Fiquei pensando – e penso até agora - se os investimentos financeiros na preparação da cidade para os jogos não teriam melhor destino se fossem aplicados em outras áreas. Mas, na hora em que ouvi o resuldado, não teve jeito: meu coração brasileiro bateu mais forte e fiquei feliz com o fato de a nossa cidade maravilhosa ter sido escolhida - e com a possibilidade real de eu participar de uma Olimpíada, claro.
Hoje eu acordei cedo e liguei a televisão, sem saber que, naquele horário, o presidente Lula estaria falando, ao vivo, em defesa da candidatura do Rio. Eu escutei a fala dele, depois assisti ao vídeo promocional. Eu pensei: esses caras não estão brincando. O comentarista, após um resumo das apresentações anteriores, afirmou que a do Brasil foi “perfeita”. Não duvido.
O Brasil estava fazendo realmente de tudo – literalmente – para convercer ao Conselho Olímpico Internacional (COI) e ao restante do mundo que o Brasil pode fazer uma Olimpíada pra “gente grande” nenhuma botar defeito. Eles correram atrás e conseguiram. Foi uma longa jornada, que começou com duas competições sem a cidade sequer chegar às finais. E, desta vez, chegou como zebra, sem favoritismo. Mas o trabalho das autoridades brasileiras foi tão bom e tão persistente que eles conseguiram virar a mesa. Alimentaram um sentimento nacional e internacional favorável tão forte, que os membros da COI não tiveram como não elegerem o Brasil – com maioria esmagadora de votos sobre Madri, a segunda colocada.
Após essa cobertura, eu saí de casa rumo à UFF, para um encontro de discipulado. No caminho, não conseguia tirar da cabeça o esforço para o convencimento do mundo – e do próprio Brasil – do favoritismodo Rio, frente às gigantes que estavam no pário. De repente, eu me via em uma situação muito parecida, só que em um outro sentido. Estava eu caminhando na universidade, um ambiente que carece redescobrir que Jesus é, ao contrário do que diz o senso comum, o assunto mais importante sobre o qual se falar ou discutir no campus. Nós sabemos que o é! O mundo não sabe. Na verdade, não sei se as pessoas discordariam, em uma pesquisa, da importância de se discutir sobre Jesus e suas alegações na universidade. Mas, o fato é que ele está definitivamente fora das principais pautas de debate no ambiente acadêmico – seja oficial ou extraoficialmente. Assim como muitos não acreditavam na vitória do Rio, muitos não acreditam que Jesus ainda se tornará o assunto mais relevante na universidade.
Durante meu tempo no campus, saí com um discípulo para evangelizar. Abordamos um rapaz que, como eu, já havia se formado. Como eu, ele se sentia nostáugico por caminhar por aqueles corredores. E, como eu, ele estava lá para um propósito específico. Aparentemente estava liderando uma mobilização contra as empresas particulares presentes no campus. Eu fiquei impressionado com a dedicação dele em abrir mão de sonhos individualistas para estar alí, em nome de uma ideologia de esquerda que, sengundo acredita, é benéfica para a sociedade. Em dado momento da conversa, ele me contou o quanto se dedica a conversar com as pessoas, uma a uma, durante horas, às vezes, somente para “abrir os olhos” delas, e despertá-las para viverem para um bem maior do que elas mesmas. Interessante, não é? Porque eu estava alí fazendo a mesma coisa, mas, quando chegei até ele, fui com um cuidado extremo, como se estivesse fazendo uma coisa totalmente do outro mundo. Não estava. Na verdade, cada um tem o seu próprio senso do que é importante e luta por isso. Muitas vezes, estão engajados a convencerem outros do mesmo.
Quando saí do campus, entrei no carro e liguei o rádio. A votação tinha chegado ao fim. O Rio era campeã. Novamente, o presidente Lula era destaque ao vivo. Desta vez, não estava falando, mas chorando. Copiosamente. Pela primeira vez eu percebi que a sinceridade do Lula, do quanto ele realmente queria aquilo!
Durante a sua fala, veio a frase que, se eu apenas lesse, não acreditaria: “este é o dia mais emocionante da minha vida”. Exagero, alguém poderia dizer. Sim, por um momento eu também pensei: porque não dedicar o mesmo esforço para resolver problemas antigos da sociedade? Porque tanta emoção por causa de uma Olimpíada? Seria isso mais importante do que todas as conquistas de sua vida? Seria este o ponto auge de sua carreira, e de sua vida? Mas deixei tais pensamentos de lado, e passei a admirar a emoção de uma pessoa que lutou e acreditou tanto em algo que muitos não acreditavam, e agora via seu sonho realizado.
Será que estamos fazendo todo o esforço para que as pessoas percebam o quão Jesus é importante? Afinal, certamente ele muito mais importante do que todas as olimpíadas juntas! Ou, para o quão verdadeiras são as suas palavras? O caminho não é curto, e nenhuma circunstância irá mudar de pronto. Nada é fácil, e a candidatura do Rio foi uma ótima metáfora para mim, neste sentido. Podemos, sim, mudar a realidade e tornar Jesus Cristo o assunto central no campus. Seguí-lo ou não, como a escolha mais importante na vida de cada universitário.
Eu, sinceramente, sou grato ao exemplo do Presidente. Gostaria que cada cristão fosse um “Lulinha”, no que diz respeito ao seu esforço e determinação, em relação ao evangelismo e ao cumprimento da Grande Comissão de Jesus, em nossa geração.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Projetos de Verão 2010!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Essa foi a vinheta do congresso dos missionários da Cruzada Estudantil no Brasil. Achei hoje, por acaso, na internet, e decidí postá-la aqui, de tão linda que é!

Créditos ao amigo e companheiro de missão, Renner Boldrino.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Faculdade faz mal para a fé?

Artigo extraído de www.solomon1.com

keepthefaith

Num dos capítulos finais de O mundo assombrado pelos demônios, Carl Sagan mostra como nossa sociedade desestimula a curiosidade das crianças, impedindo que no futuro elas se interessem pela carreira científica. Bom, eu ainda não tenho filhos, mas quando tiver eu certamente ficaria muito orgulhoso caso eles resolvessem se tornar cientistas (o que não significa que eu vá direcionar alguma coisa!). Mas não sei até que ponto pais religiosos ficam receosos quando os filhos entram na faculdade. São Josemaría Escrivá falava das pessoas que ao entrar no ensino superior largavam sua religiosidade “como quem deixa o chapéu à porta”. Em resumo, a faculdade faz mal à fé dos universitários? E nas áreas de ciência? Ateus militantes dizem que, quanto mais conhecimento científico, menos superstição (a palavra preferida deles para designar a religião). Será verdade?

Quatro pesquisadores da Universidade de Michigan resolveram verificar qual o impacto do ensino superior sobre a religiosidade dos estudantes. Eles publicaram seu estudo na internet (PDF) semana passada e chegaram a conclusões interessantes. Vale a pena mencionar que os pesquisadores escolheram a faculdade porque, para muitos jovens, é a primeira ocasião em que eles se separam dos pais (e de sua influência), tendo contato com novas ideias e grupos. Entre essas ideias estão o cientificismo, a pós-modernidade e o “desenvolvimentismo” (não achei tradução melhor, mas não estou falando da doutrina econômica), que têm impacto sobre as crenças religiosas e serão descritas detalhadamente pelos autores antes da apresentação dos resultados.

Aliás, falando em resultados, parece que o autor do PDF teria feito melhor se colocasse as tabelas e gráficos no lugar certo, em vez de deixar tudo no fim do paper. Bom, me parece que os dados mais significativos estejam na Tabela 2. Lá, nós descobriremos que

• optar pela formação em Biológicas ou Exatas aparentemente tem pouco efeito sobre a religiosidade dos universitários, tanto do ponto de vista da importância que cada um atribui à religião em suas vidas quanto em relação à frequência aos cultos religiosos. Uma possível exceção seria o impacto dos estudos na área de Matemática e Física diminuindo a importância da religião para os estudantes, mas não a participação nas cerimônias.

• por outro lado, quem realmente faz estrago na cabeça dos universitários são as ciências Humanas e Sociais.

• já quem escolhe os cursos ligados à área de Educação acaba tendo sua religiosidade reforçada.

O que isso indica? Que, daquelas três ideias acima, a pós-modernidade é mais daninha à religiosidade que o cientificismo, e posso ver o motivo – até porque na faculdade tentaram enfiar esse negócio na minha cabeça, mas não deu certo. O cerne da pós-modernidade é o relativismo, a noção de que as verdades absolutas não existem (curiosamente ninguém comenta que a “inexistência de verdades absolutas” é propagandeada como… verdade absoluta). Como a maioria das religiões alega justamente o contrário, deixar-se convencer por Lyotard e companhia leva ao enfraquecimento da fé. Não surpreende que o Papa Bento XVI tenha feito do combate ao relativismo uma das principais características de seu pontificado. Por outro lado, os autores do estudo inclusive apontam uma certa incompatibilidade entre a pós-modernidade e o cientificismo, que defende a existência de verdades comprováveis empiricamente.

Os pesquisadores também verificaram como a religiosidade influi na escolha da carreira a seguir, embora esta parte do estudo leve em consideração apenas universitários que fizeram uma nova opção de faculdade após desistir da anterior (os autores consideraram que a primeira escolha pode ter sido influenciada pela família, enquanto a segunda é mais certamente uma opção pessoal). Curiosamente, quanto maior a religiosidade dos estudantes, maior a chance de eles acabarem numa carreira de Humanas – justamente aquelas que mais danificam o senso religioso dos universitários.

Por que isso acontece? Os autores do estudo tentam dar uma resposta. (…) the type of religiosity that encourages students to switch into the Humanities is the more individualistic importance of religion rather than the measures of support for organized religion (beyond a mild, insignificant positive effect of religious attendance). (p.22) É possível que essa conclusão tenha saído de uma outra etapa do estudo, em que os universitários foram divididos em cinco grupos e cada um respondeu a uma pergunta diferente sobre assuntos como contribuições financeiras às igrejas, a atuação das instituições religiosas, a noção de que tudo melhora quando se deixam os problemas na mão de Deus, e a influência que a religião deveria ter na sociedade.

Em resumo, parece que o bicho-papão não está na ciência. Está é nas faculdades de Humanas, Sociais, Comunicação… e olha que os pesquisadores de Michigan nem chegaram a conhecer as faculdades esquerdizantes de Humanas que temos por aqui!

E para vocês? A passagem pela faculdade reforçou ou diminuiu sua crença religiosa (ou ateia)?

Márcio Campos

sábado, 5 de setembro de 2009

Dia Nacional de Oração

Dia 25 tivemos nosso Dia Nacional de Oração que começou com uma caminhada pelo centro do Rio de Janeiro. Nos dividimos em dois grupos e oramos em 8 pontos estratégicos: Lapa, BNDES, Teatro João Caetano, IFCS, Câmera dos Vereadores, Largo da Carioca, Fórum e Candelária, orando por Juventude, Economia, Entretenimento (Arte, Cultura e Esporte), Educação, Governo e Política, Trabalho e Emprego, Família e Justiça, e Religião, respectivamente. No final da tarde os dois grupos se encontraram na IB da Esperança para um tempo de louvor e mais oração.

Oração na Lapa

Oração no BNDES

[Extraído do blog de oração do Alfa e Omega Rio: http://aeore.blogspot.com/]