Estivemos, nos dias 09 a 12 de outubro, em Campo Grande, Rio de Janeiro, realizando um evento que chamamos de Setrel.
O Setrel, Seminário de Treinamento de Líderes, realizado desde de 1994, tem o objetivo de treinar os estudantes universitários que já são envolvidos ou que querem se envolver conosco, em evangelismo, discipulado e liderança.
Neste feriado tivemos a oportunidade de ter conosco em um Ciep cerca de 130 estudantes e 20 missionários.
No sábado de manhã começaram as atividades que contavam com devocionais ministrados por estudantes e muito louvor!
Depois começavam os treinamentos. Os que iam pela primeira vez faziam o treinamento de evangelismo, tivemos cerca de 70 pessoas aprendendo a compartilhar sua fé! Segue uma foto deles!E após o almoço tivemos oficinas voltadas para necessidades do ministério. Uma falando sobre como implantar o movimento e outra que Wesley ministrou sobre parcerias.
No dia seguinte saímos para evangelizar e foi benção pura! Estudantes mais experientes saindo com estudantes que faziam isso pela primeira vez, falaram de Jesus para os moradores do local, fosse de casa em casa ou falando com pessoas que estavam passando na rua. E à noite projetamos o filme Jesus, versão para a família. Muitas crianças assistiram o filme e várias aceitaram a Cristo conversando conosco naquela noite. Deus seja louvado!!
Na segunda feira foi o último dia de evangelismo e o grupo evangelizou mais de 500 pessoas!!
Esse Setrel foi realmente muito especial, não só por tudo isso que falamos mas também pela comunhão que o grupo teve. Estudantes de várias universidades diferentes, às vezes descobrindo que estudavam na mesma universidade lá no Setrel (isso aconteceu!), se unindo em oração por querer ver os universitários sendo alcançados. Os universitários hoje, o mundo amanhã!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Setrel 2009
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Wesley Cunha
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
Bem aventurados os puros de coração, pois verão a Deus.
Quando eu li este versículo hoje, eu orei, perguntando a Deus como está o meu coração. Eu me lebrei de versículos semelhates, como aquele que diz: “Quem subirá ao monte do Senhor? Aquele que tem mãos limpas e coração puro”. Eu pedi a Deus um lavar do meu coração, primeiramente com o sangue de Jesus. E a purificação com a água do Espírito e com a Palavra de Deus.
A Palavra de Deus no coração também é simbolizada pela semente na Parábola do Semeador. A semente, para germinar, precisa de 3 condições. A primeira, é permanecer no solo. Na parábola, a semente que cai à beira do caminho é removida pela ave, que representa o diabo. A outra condição é que ela tenha espaço e profundidade para criar raízes. Um solo pedregoso prejudica esta condição. A terceira e última, é que haja espaço para a a planta crescer. Os espinhos, neste sentido, são o empecilho apresentado por Jesus na parábola.
Como está o nosso coração hoje? Quais são as pedras e espinhos que impedem o crescimento. Estes empecilhos, trocando em miúdos, podem representar ansiedades, angústicas, medo, falta de perdão, paixões mundanas, prazeres da carne, ambições materialistas, entre muitos outros. Muitos “solos” estão entulhados dessas coisas.
Quando penso nisso, me vem à mente a imagem de um terreno baldio. Nada pior para uma boa semente: geralmente ele é cheio de pedras, lixo, entulho, ervas daninhas... Esse tipo de terreno não apenas atrapalha o crescimento da semente, mas também atrai as aves de rapina, os ratos, as baratas, focos de mosquitos,sem contar o lixo jogado. “Um abismo gera outro abismo”. Esse tipo de terreno não atrai coisas boas, mas ruins.
Como está o meu coração hoje? Eu penso que os tempos modernos, com toda a correria que eles nos impõe e a atmosfera saturada de estresse e ansiedade, são propícios para o “coração entulhado”. É necessário colocar-nos diante de Deus, com sinceridade e coragem para que ele revele a nós a real condição de nossos corações. Quais são as pedras e os espinhos que precisam ser removidos?
Tratar do solo do nosso coração deve ser a nossa tarefa primária. A Bíblia ensina isso: “de tudo o que se deve guarda, guarde primeiro o seu coração, pois dele procede as veredas da vida”. Antes de nos preocuparmos em tirar as pedras do ministério, ou arrancar os espinhos da igreja, ou ainda, do cisco no olho de nosso irmão, devemo, primeiro, fazer um tratamento da nossa própria terra, para que a semente possa encontrar espaço, crescer e dar o seu fruto. Aí, um aroma, não mais do entulho de outrora, mas de um solo limpo, com uma plantação de arvores viçosas, inundará a vizinhança, e seus frutos servirão de alimento para muitos.
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Wesley Cunha
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
A delegação brasileira e o nosso desafio missionário – tudo a ver!

Pois é,
Eu como brasileiro e carioca adotado, não pude deixar de vibrar com o anúncio do Rio como sede das Olimpíadas.
No início bem que eu estava bastante relutante com a idéia. Fiquei pensando – e penso até agora - se os investimentos financeiros na preparação da cidade para os jogos não teriam melhor destino se fossem aplicados em outras áreas. Mas, na hora em que ouvi o resuldado, não teve jeito: meu coração brasileiro bateu mais forte e fiquei feliz com o fato de a nossa cidade maravilhosa ter sido escolhida - e com a possibilidade real de eu participar de uma Olimpíada, claro.
Hoje eu acordei cedo e liguei a televisão, sem saber que, naquele horário, o presidente Lula estaria falando, ao vivo, em defesa da candidatura do Rio. Eu escutei a fala dele, depois assisti ao vídeo promocional. Eu pensei: esses caras não estão brincando. O comentarista, após um resumo das apresentações anteriores, afirmou que a do Brasil foi “perfeita”. Não duvido.
O Brasil estava fazendo realmente de tudo – literalmente – para convercer ao Conselho Olímpico Internacional (COI) e ao restante do mundo que o Brasil pode fazer uma Olimpíada pra “gente grande” nenhuma botar defeito. Eles correram atrás e conseguiram. Foi uma longa jornada, que começou com duas competições sem a cidade sequer chegar às finais. E, desta vez, chegou como zebra, sem favoritismo. Mas o trabalho das autoridades brasileiras foi tão bom e tão persistente que eles conseguiram virar a mesa. Alimentaram um sentimento nacional e internacional favorável tão forte, que os membros da COI não tiveram como não elegerem o Brasil – com maioria esmagadora de votos sobre Madri, a segunda colocada.
Após essa cobertura, eu saí de casa rumo à UFF, para um encontro de discipulado. No caminho, não conseguia tirar da cabeça o esforço para o convencimento do mundo – e do próprio Brasil – do favoritismodo Rio, frente às gigantes que estavam no pário. De repente, eu me via em uma situação muito parecida, só que em um outro sentido. Estava eu caminhando na universidade, um ambiente que carece redescobrir que Jesus é, ao contrário do que diz o senso comum, o assunto mais importante sobre o qual se falar ou discutir no campus. Nós sabemos que o é! O mundo não sabe. Na verdade, não sei se as pessoas discordariam, em uma pesquisa, da importância de se discutir sobre Jesus e suas alegações na universidade. Mas, o fato é que ele está definitivamente fora das principais pautas de debate no ambiente acadêmico – seja oficial ou extraoficialmente. Assim como muitos não acreditavam na vitória do Rio, muitos não acreditam que Jesus ainda se tornará o assunto mais relevante na universidade.
Durante meu tempo no campus, saí com um discípulo para evangelizar. Abordamos um rapaz que, como eu, já havia se formado. Como eu, ele se sentia nostáugico por caminhar por aqueles corredores. E, como eu, ele estava lá para um propósito específico. Aparentemente estava liderando uma mobilização contra as empresas particulares presentes no campus. Eu fiquei impressionado com a dedicação dele em abrir mão de sonhos individualistas para estar alí, em nome de uma ideologia de esquerda que, sengundo acredita, é benéfica para a sociedade. Em dado momento da conversa, ele me contou o quanto se dedica a conversar com as pessoas, uma a uma, durante horas, às vezes, somente para “abrir os olhos” delas, e despertá-las para viverem para um bem maior do que elas mesmas. Interessante, não é? Porque eu estava alí fazendo a mesma coisa, mas, quando chegei até ele, fui com um cuidado extremo, como se estivesse fazendo uma coisa totalmente do outro mundo. Não estava. Na verdade, cada um tem o seu próprio senso do que é importante e luta por isso. Muitas vezes, estão engajados a convencerem outros do mesmo.
Quando saí do campus, entrei no carro e liguei o rádio. A votação tinha chegado ao fim. O Rio era campeã. Novamente, o presidente Lula era destaque ao vivo. Desta vez, não estava falando, mas chorando. Copiosamente. Pela primeira vez eu percebi que a sinceridade do Lula, do quanto ele realmente queria aquilo!
Durante a sua fala, veio a frase que, se eu apenas lesse, não acreditaria: “este é o dia mais emocionante da minha vida”. Exagero, alguém poderia dizer. Sim, por um momento eu também pensei: porque não dedicar o mesmo esforço para resolver problemas antigos da sociedade? Porque tanta emoção por causa de uma Olimpíada? Seria isso mais importante do que todas as conquistas de sua vida? Seria este o ponto auge de sua carreira, e de sua vida? Mas deixei tais pensamentos de lado, e passei a admirar a emoção de uma pessoa que lutou e acreditou tanto em algo que muitos não acreditavam, e agora via seu sonho realizado.
Será que estamos fazendo todo o esforço para que as pessoas percebam o quão Jesus é importante? Afinal, certamente ele muito mais importante do que todas as olimpíadas juntas! Ou, para o quão verdadeiras são as suas palavras? O caminho não é curto, e nenhuma circunstância irá mudar de pronto. Nada é fácil, e a candidatura do Rio foi uma ótima metáfora para mim, neste sentido. Podemos, sim, mudar a realidade e tornar Jesus Cristo o assunto central no campus. Seguí-lo ou não, como a escolha mais importante na vida de cada universitário.
Eu, sinceramente, sou grato ao exemplo do Presidente. Gostaria que cada cristão fosse um “Lulinha”, no que diz respeito ao seu esforço e determinação, em relação ao evangelismo e ao cumprimento da Grande Comissão de Jesus, em nossa geração.
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Wesley Cunha
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Essa foi a vinheta do congresso dos missionários da Cruzada Estudantil no Brasil. Achei hoje, por acaso, na internet, e decidí postá-la aqui, de tão linda que é!
Créditos ao amigo e companheiro de missão, Renner Boldrino.
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Wesley Cunha
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Faculdade faz mal para a fé?
Artigo extraído de www.solomon1.com

Num dos capítulos finais de O mundo assombrado pelos demônios, Carl Sagan mostra como nossa sociedade desestimula a curiosidade das crianças, impedindo que no futuro elas se interessem pela carreira científica. Bom, eu ainda não tenho filhos, mas quando tiver eu certamente ficaria muito orgulhoso caso eles resolvessem se tornar cientistas (o que não significa que eu vá direcionar alguma coisa!). Mas não sei até que ponto pais religiosos ficam receosos quando os filhos entram na faculdade. São Josemaría Escrivá falava das pessoas que ao entrar no ensino superior largavam sua religiosidade “como quem deixa o chapéu à porta”. Em resumo, a faculdade faz mal à fé dos universitários? E nas áreas de ciência? Ateus militantes dizem que, quanto mais conhecimento científico, menos superstição (a palavra preferida deles para designar a religião). Será verdade?
Quatro pesquisadores da Universidade de Michigan resolveram verificar qual o impacto do ensino superior sobre a religiosidade dos estudantes. Eles publicaram seu estudo na internet (PDF) semana passada e chegaram a conclusões interessantes. Vale a pena mencionar que os pesquisadores escolheram a faculdade porque, para muitos jovens, é a primeira ocasião em que eles se separam dos pais (e de sua influência), tendo contato com novas ideias e grupos. Entre essas ideias estão o cientificismo, a pós-modernidade e o “desenvolvimentismo” (não achei tradução melhor, mas não estou falando da doutrina econômica), que têm impacto sobre as crenças religiosas e serão descritas detalhadamente pelos autores antes da apresentação dos resultados.
Aliás, falando em resultados, parece que o autor do PDF teria feito melhor se colocasse as tabelas e gráficos no lugar certo, em vez de deixar tudo no fim do paper. Bom, me parece que os dados mais significativos estejam na Tabela 2. Lá, nós descobriremos que
• optar pela formação em Biológicas ou Exatas aparentemente tem pouco efeito sobre a religiosidade dos universitários, tanto do ponto de vista da importância que cada um atribui à religião em suas vidas quanto em relação à frequência aos cultos religiosos. Uma possível exceção seria o impacto dos estudos na área de Matemática e Física diminuindo a importância da religião para os estudantes, mas não a participação nas cerimônias.
• por outro lado, quem realmente faz estrago na cabeça dos universitários são as ciências Humanas e Sociais.
• já quem escolhe os cursos ligados à área de Educação acaba tendo sua religiosidade reforçada.
O que isso indica? Que, daquelas três ideias acima, a pós-modernidade é mais daninha à religiosidade que o cientificismo, e posso ver o motivo – até porque na faculdade tentaram enfiar esse negócio na minha cabeça, mas não deu certo. O cerne da pós-modernidade é o relativismo, a noção de que as verdades absolutas não existem (curiosamente ninguém comenta que a “inexistência de verdades absolutas” é propagandeada como… verdade absoluta). Como a maioria das religiões alega justamente o contrário, deixar-se convencer por Lyotard e companhia leva ao enfraquecimento da fé. Não surpreende que o Papa Bento XVI tenha feito do combate ao relativismo uma das principais características de seu pontificado. Por outro lado, os autores do estudo inclusive apontam uma certa incompatibilidade entre a pós-modernidade e o cientificismo, que defende a existência de verdades comprováveis empiricamente.
Os pesquisadores também verificaram como a religiosidade influi na escolha da carreira a seguir, embora esta parte do estudo leve em consideração apenas universitários que fizeram uma nova opção de faculdade após desistir da anterior (os autores consideraram que a primeira escolha pode ter sido influenciada pela família, enquanto a segunda é mais certamente uma opção pessoal). Curiosamente, quanto maior a religiosidade dos estudantes, maior a chance de eles acabarem numa carreira de Humanas – justamente aquelas que mais danificam o senso religioso dos universitários.
Por que isso acontece? Os autores do estudo tentam dar uma resposta. (…) the type of religiosity that encourages students to switch into the Humanities is the more individualistic importance of religion rather than the measures of support for organized religion (beyond a mild, insignificant positive effect of religious attendance). (p.22) É possível que essa conclusão tenha saído de uma outra etapa do estudo, em que os universitários foram divididos em cinco grupos e cada um respondeu a uma pergunta diferente sobre assuntos como contribuições financeiras às igrejas, a atuação das instituições religiosas, a noção de que tudo melhora quando se deixam os problemas na mão de Deus, e a influência que a religião deveria ter na sociedade.
Em resumo, parece que o bicho-papão não está na ciência. Está é nas faculdades de Humanas, Sociais, Comunicação… e olha que os pesquisadores de Michigan nem chegaram a conhecer as faculdades esquerdizantes de Humanas que temos por aqui!
E para vocês? A passagem pela faculdade reforçou ou diminuiu sua crença religiosa (ou ateia)?
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Wesley Cunha
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1:45 PM
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sábado, 5 de setembro de 2009
Dia Nacional de Oração
Oração na Lapa
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Wesley Cunha
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12:06 PM
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